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Trump fala de um acordo sobre a Gronelândia e, noutra mensagem, anuncia uma nova força de IA.
A current Portuguese news story adapted for language learners at A2, with audio, transcript, vocabulary and comprehension work.
Bem-vindos ao LinguaWire Português A2.
Hoje temos duas histórias: a Gronelândia e a nova força de IA.
Para o ajudar, veja as transcrições, traduções e vocabulário.
Donald Trump diz que os EUA fizeram um acordo com a Dinamarca.
Agora vamos falar com Rafael, o correspondente da LinguaWire para a sociedade.
Obrigado, João. A notícia apareceu numa publicação de Trump nas redes sociais, na sexta-feira.
Ele disse que o acordo dá aos Estados Unidos controlo permanente sobre a segurança.
Disse também que resolve todas as outras necessidades dos Estados Unidos na Gronelândia.
E afirmou que o país terá sempre capacidade para agir.
Portanto, ele fala como se fosse um passo muito grande.
Mas isso quer dizer que os Estados Unidos passam a mandar na ilha?
Não é isso que o texto mostra.
O acordo parece ficar abaixo desse nível.
Mas dá aos Estados Unidos mais espaço militar na Gronelândia.
E esse espaço militar é descrito como acesso, bases e passagem aérea?
Foi isso que um responsável disse?
Sim. Um responsável do Departamento de Estado disse isso.
Disse que o acordo garante acesso permanente.
Disse também bases e passagem aérea.
E isso reforça direitos que já existiam desde um acordo de 1951.
A passagem aérea quer dizer que aviões podem passar por cima, certo?
Então não nasce tudo do zero.
Exatamente.
O que muda agora é a forma como Washington descreve esses direitos.
E isto surge depois de meses de tensão.
O que é que Trump tinha dito antes?
Tinha falado várias vezes em tomar o território.
Chegou também a não excluir o uso de força militar.
Essas palavras criaram desconforto na Gronelândia e entre aliados europeus.
Percebo. Então há um acordo, mas também muita pressão política.
E o texto fala em investimentos sensíveis. O que significa isso?
Significa setores vistos como delicados para a segurança.
Trump escreveu que adversários dos Estados Unidos não podem ter bases.
Escreveu também que não podem ter presença militar.
E disse que não podem ter investimentos sensíveis sem aprovação escrita.
Isso soa a uma mudança importante para a região.
Há já reação da Dinamarca ou da Gronelândia?
Neste momento, a informação pública está sobretudo no anúncio de Trump.
O mais claro é que ele quis mostrar força e controlo.
Mas o texto mostra outra coisa: não é controlo total.
Fica a ideia de avanço, mas não de domínio completo.
Obrigado, Rafael.
Trump diz que vai criar uma força de IA e chama «boato» aos receios.
Agora vamos falar com Beatriz, a correspondente da LinguaWire para a sociedade.
Obrigada, João. Desta vez, Trump voltou a defender a inteligência artificial.
Ao mesmo tempo, disse que quer criar uma «AI Force».
E quer nomear um novo responsável para a área.
Fez o anúncio numa mensagem nas redes sociais, no sábado.
Portanto, é uma defesa da tecnologia e também uma resposta aos medos.
Que tipo de medos são esses?
São medos sobre a rapidez do desenvolvimento da IA.
Em Silicon Valley e noutros sítios, há quem diga isto.
Trump chamou a esses receios um «boato».
Ele não parece querer travar nada.
O que disse sobre o crescimento da IA?
Disse que não vai travar nem abrandar o crescimento desta indústria.
Pelo contrário, disse que quer apoiá-la e acompanhá-la.
Foi uma linguagem muito forte, mesmo para quem segue estas discussões há anos.
E a nova «AI Force» seria uma força militar?
Ou é outra coisa?
Ainda não está claro.
O texto diz que não se sabe bem o que o grupo fará.
Trump comparou-o à Space Force, que foi criada por lei em 2020.
Portanto, há uma comparação, mas não há detalhes.
E ele falou também de um «czar» da IA?
Sim, disse que quer nomear um responsável para a IA num futuro próximo.
Esse tipo de cargo costuma coordenar políticas e decisões.
Mas aqui ainda não há nome nem funções conhecidas.
Há também outra peça importante nesta história: a regulação.
Trump quer novas regras?
Pelo que disse, não parece querer novas regras agora.
Ele afirmou que os EUA já conseguem lidar com o lado mau da IA.
Ou seja, prefere usar a lei atual.
Isso divide bem as opiniões.
De um lado, pedem mais cuidado; do outro, ele apoia a indústria.
Exatamente. E essa tensão está no centro da notícia.
Há líderes da tecnologia que pedem mais calma.
E Trump, neste momento, está a dizer o contrário.
Uma decisão nova, mas ainda com muitas perguntas.
Obrigado, Beatriz.
Vamos à língua de hoje.
o acordo
É uma combinação entre duas partes. Na história, apareceu em «acordo de segurança».
Exemplo: Os dois países chegaram a um acordo.
Exemplo: O acordo ainda não está assinado.
a força
Aqui quer dizer um grupo ou unidade com uma missão. Na história, apareceu em «nova força de IA».
Exemplo: A força foi criada para ajudar nessa tarefa.
Exemplo: Há uma nova força a trabalhar no assunto.
o crescimento
Quer dizer aumento ou desenvolvimento. Na história, apareceu em «o crescimento desta indústria».
Exemplo: O crescimento da empresa foi rápido.
Exemplo: O crescimento da cidade mudou a região.
Com «dizer», o verbo muda assim: eu digo, tu dizes, ele diz.
Ele diz que vem amanhã.
Ela diz que quer ajudar.
Repete: ele diz que
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