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Mbappé assinou com a On depois de a Nike não renovar o acordo. Nos Estados Unidos, uma sondagem mostra que muitos querem abrandar a IA, mas sem a parar totalm
A current Portuguese news story adapted for language learners at A2, with audio, transcript, vocabulary and comprehension work.
Bem-vindos ao LinguaWire Português A2.
Hoje trazemos duas histórias. Mbappé, a Nike e a On. E a IA nos Estados Unidos.
Tudo o que dizemos hoje está escrito para si.
Tem o vocabulário explicado em linguawire.com.
Kylian Mbappé mudou de marca desportiva.
Agora vamos falar com Beatriz, a correspondente da LinguaWire para a economia.
Obrigada, João. A mudança é mesmo grande.
Mbappé assinou um novo acordo com a On.
A On é uma marca suíça.
E a Nike acabou mesmo por sair desta história?
Sim. A Nike decidiu não renovar o acordo com ele.
Esse acordo durava há quase duas décadas.
Quase vinte anos é muito tempo para um atleta.
É. Ele começou com a Nike em 2006.
Na altura, ainda era criança.
Então esta troca diz muito sobre a carreira dele.
Diz, e diz também muito sobre as marcas.
A On disse que este é o seu primeiro acordo no futebol.
Isso é um passo novo para a empresa?
É um passo simbólico.
E também comercial.
A marca quer trazer uma visão fresca para o desporto.
E a Nike fica agora a tentar recuperar terreno?
Sim. A empresa está a tentar reconstruir a lealdade à marca.
Também quer melhorar a inovação dos produtos.
E os números recentes não têm ajudado.
Os resultados têm sido fracos, pelo que percebo.
Exato. As vendas têm andado lentas.
Sobretudo na China.
E as ações da empresa caíram cerca de 50% no último ano.
Uau, isso é uma descida forte.
É muito forte, sim.
Ao mesmo tempo, para a On, é uma conquista grande.
E a empresa ainda anunciou Thierry Henry como diretor de futebol.
Portanto, a On não está só a contratar um nome famoso.
Não. Está a tentar crescer no futebol com novas ideias.
E Mbappé disse que quer ajudar a criar algo novo.
Obrigado, Beatriz.
Nos Estados Unidos, muita gente quer travar a IA.
Agora vamos falar com Rafael, o correspondente da LinguaWire para a tecnologia.
Obrigado, João. O tema está mesmo no centro do debate.
Uma sondagem mostra que muitos americanos querem abrandar o desenvolvimento da IA.
Abrandar, mas não parar?
Exatamente. A maioria não quer parar a IA por completo.
As pessoas pensam que o país precisa de a desenvolver.
E pensam também que precisa de o fazer mais depressa do que a China.
Portanto, há medo, mas também há pressão.
Há os dois.
Muita gente vê riscos.
Mas também vê vantagens.
Que riscos preocupam mais as pessoas?
Uma preocupação forte é a IA agir sozinha e magoar pessoas.
Outra é ser usada por pessoas para magoar outras pessoas.
Isso soa sério. E quem deve controlar essa tecnologia?
Muitas pessoas dizem que empresas e governo devem trabalhar juntos.
Há pouca confiança nas empresas sozinhas.
Por isso, cresce o apelo para mais regras do governo.
Mas a sondagem também mostra alguma esperança, certo?
Mostra, sim.
Há pessoas que acreditam em avanços médicos e científicos.
Também acham que a IA pode tornar tarefas mais fáceis.
Então a ideia não é travar tudo.
Não.
A ideia é abrandar e controlar melhor.
Na sondagem, pouquíssimas pessoas querem que a IA seja parada totalmente.
Muitos acham que ela vai trazer mais problemas do que soluções.
E a preocupação com o trabalho continua forte?
Continua, sim.
Muita gente acha que a IA vai tirar empregos.
Mas, ao mesmo tempo, alguns trabalhadores pensam que ela pode facilitar o trabalho deles.
A conversa não é simples.
Isso nota-se. Não é uma discussão de sim ou não.
Exactamente.
É uma discussão sobre limites, uso e velocidade.
Vamos passar à parte útil de hoje.
o acordo
É um acordo entre duas partes. Na história, apareceu em «assinou um novo acordo com a On».
A empresa fechou um acordo com uma escola local.
a sondagem
É um estudo com perguntas a muitas pessoas. Na história, apareceu em «Uma sondagem mostra que muitos americanos querem abrandar o desenvolvimento da IA».
A sondagem mostrou mais apoio do que eu esperava.
a preocupação
É o que faz alguém sentir receio. Na história, apareceu em «Uma preocupação forte é a IA agir sozinha e magoar pessoas».
A preocupação com o trânsito aumentou hoje.
A conversa não é simples.
Usamos o presente para falar de ideias gerais, factos e situações actuais.
acha, achas, acha, achamos, acham, dizem
«Muita gente acha que a IA vai tirar empregos.»
Eu acho que esta mudança é importante.
Repete: a conversa não é simples
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